Tema Livre

TRABALHOS APROVADOS > RESUMO

Efeito concertina em intervenção coronária percutânea: realmente benigno, ou maligno?

Rafael Alexandre Meneguz-Moreno, J. Ribamar Costa Jr., Evandro Martins-Filho
INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA - - SP - BRASIL, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - LAGARTO - SERGIPE - BRASIL, Hospital Chama - Arapiraca - Alagoas - Brasil

Um homem de 68 anos apresentou angina típica e teste ergométrico positivo. Ele foi encaminhado ao laboratório de cardiologia intervencionista e a cineangiocoronariografia mostrou reestenose intra-stent em terço médio de artéria coronária drieta e foi decidida a intervenção coronária percutânea com stent farmacológico (SF). O paciente tinha pressão arterial de 140/80 mmHg. Após o cruzamento da lesão, notou-se uma série de novas "pseudo" lesões (efeito de concertina) antes do segmento doente e a paciente queixou-se de dor torácica intensa, pressão arterial de 40/20 mmHg, frequência cardíaca de 40 bpm com necessidade de drogas vasoativas e supradesnivelamento do segmento ST de 5 mm apareceram. O SF foi rapidamente implantado e, apesar dos nitratos intracoronários, as pseudolesões só desapareceram apenas após a retirada do fio-guia. Um efeito de concertina é visto quando os vasos arteriais tortuosos são endireitados com um fio-guia rígido. A terapêutica preferida é remover tudo da artéria e restabelecer a geometria coronária. O paciente se recuperou, foi para a UTI e recebeu alta no dia seguinte.

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