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Associação de intolerância à glicose com marcadores de disfunção endotelial avaliada pela vasodilatação mediada por fluxo

Klaus Werner Wende, Stella Maris Firmino, João Paulo Gregório, Andreia Agraso Gusmão, Fernanda Yuri Yuamoto, Alessandro Domingues Heubel, Erika Zavaglia Kabbach, Renata Gonçalves Mendes, Angela Merice de Oliveira Leal, Meliza Goi Roscani
UFSCar - São Carlos - SP - Brasil

 

Associação de intolerância à glicose com marcadores de disfunção endotelial avaliada pela vasodilatação mediada por fluxo

 

 

Introdução:  Já é descrito na literatura que indivíduos diabéticos apresentam sinais de disfunção endotelial, sendo um exemplo a alteração da vasodilatação mediada pro fluxo (FMD). No entanto, ainda existe pouca evidência de que indivíduos com intolerância à glicose já apresentam alteração na FMD, como marcador precoce de disfunção endotelial. Portanto, objetivo do nosso estudo foi investigar a presença de sinais precoces de disfunção endotelial manifestada por alteração da FMD em indivíduos com intolerância à glicose.

 

 

 

Métodos: Foi realizado estudo prospectivo transversal em 41 pacientes, sendo divididos, de acordo com os critérios da American Diabetes Association (ADA) em grupo intolerância à glicose (n=8; IG) e  controles sem intolerância à glicose ou diabetes (n=33; GC), pareados por idade e sexo  (1:4). Foram submetidos à avaliação clínica, medidas antropométricas, ecocardiograma transtorácico, ultrassonografia de carótidas, avaliação do grau de sedentarismo pelo score de IPAQ, Qualidade de vida SF-36 e vasodilatação mediada por fluxo.

 

 

 

 

 

 

Análise estatística: Comparação entre os grupos foi feita por teste de Qui-Quadrado para variáveis categóricas e teste T ou Man-Whitney para variáveis contínuas.

 

 

 

Resultados: Os grupos foram homogêneos em relação às variáveis basais e clínicas. Foi observado que o grupo IG apresentou maior prevalência de obesidade (p=0,021) e sedentarismo (p=0,003) e melhor qualidade de vida na limitação por aspectos emocionais (p=0,001). A porcentagem de FMD foi maior no GC e menor no grupo IG após 2 minutos (p=0,019).

 

 

 

Conclusão: Indivíduos com intolerância à glicose apresentam marcadores iniciais de disfunção endotelial avaliada pela menor porcentagem FMD, além de maior grau de sedentarismo e prejuízo na qualidade de vida.

 

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